Évelyne Brochu escalada para nova série
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A atriz entrou para o elenco da série canadense chamada Trop. Trata-se de uma comédia que terá 13 episódios de 30 minutos cada. Ainda sem data de estreia definida, mas todos os episódios serão liberados de uma vez só em um serviço pago de streaming, assim como a Netflix.

Estão no elenco os atores: Alice Pascual (Manuela), Éric Bruneau (Marc-Antoine), Pierre-Yves Cardinal (Romain) e Mehdi Bousaidan (Samir), Virginie Fortin (Anaïs) e Anne-Marie Cadieux (Myriam).

A série vai tratar da relação de um grupo de amigos trintões tentando sobreviver a vida contemporânea. Évelyne Brochu será a protagonista, chamada Isabelle. Veja fotos do evento de lançamento da série, aqui.

Sinopse da série: Isabelle (Evelyne Brochu), Manuela (Alice Pascual), Marc-Antoine (Éric Bruneau), Romain (Pierre-Yves Cardinal) e Samir (Mehdi Bousaidan) são tirados da sua zona de conforto quando Anaïs (Virginie Fortin), irmã de Isabelle, chega para morar com ela em Montreal. Isabelle tem todos os motivos do mundo para comemorar a chegada de sua irmã, mas sua personalidade extravagante rapidamente entra em conflito com suas próprias vulnerabilidades. Manuela, a melhor amiga de Isa, vive uma crise existencial com o seu cônjuge Samir. Marc Anthony, o ex de Isa, voltará para atrapalhar sua vida, mesmo sabendo que ela o deixou. Isabelle também passará por maus bocados com sua amarga chefe, Myriam (Anne-Marie Cadieux). Ela ainda vai ter que lidar com a doença da irmã, Anais, que descobriu que é bipolar e vive uma vida desequilibrada. Abaladas pelo diagnóstico, as duas irmãs que se amam, tentarão absorver a notícia e reorganizar sua vidas. Mas a vida “normal” que elas conheciam estão com os dias contados, afinal, não é fácil serem trintonas.

Veja uma entrevista com as atrizes falando mais sobre a série:

As gravações já começaram e devem acabar em algumas semanas. Confira algumas fotos das filmagens:

Uma foto publicada por Marie-Andrée Labbé (@mariealabbe) em

 

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Entrevistas Évelyne Brochu Novidades Vídeos
Elenco e Produtores de Orphan Black vão participar da Comic Con 2016
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E como todo ano, mais uma vez teremos o elenco e produtores de Orphan Black participando da Comic Con, o painel exclusivo com as presenças de Tatiana Maslany, Jordan Gavaris, Kristian Bruun, Kevin Hanchard, John Fawcett e Graeme Manson será no dia 22 de julho.

Fiquem ligados que postaremos todas as novidades aqui. E para quem ainda não viu os painéis dos outros anos, acesse nosso canal no Youtube e assista.

Entrevistas Eventos Jordan Gavaris Kevin Hanchard Kristian Bruun Tatiana Maslany
The Wrap: Entrevista com a Tatiana Maslany falando mais sobre a série
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Durante uma sessão de fotos para o StudioWrap, Tatiana foi entrevista pelo The Wrap e falou um pouco mais sobre a série, confiram o vídeo:

Confira as fotos, aqui.

4ª Temporada Entrevistas Tatiana Maslany Vídeos
Criador de Orphan Black fala sobre o fim da série, spin-off e possível filme
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De quem foi a decisão de fazer da quinta temporada a última?
Foi na verdade uma decisão minha e do John [Fawcett], até certa ponto, da Tatiana também. É uma decisão criativa.

 

Porque esse é o tempo certo para terminar a série?

John e eu fizemos um pacto de que ficaríamos com a série até o final, e por um longo tempo nós tivemos uma boa ideia de que a quinta temporada seria o mais longe que conseguiríamos chegar.

 

Isso afetou o jeito que vocês pensaram a quarta temporada, já pensando na quinta temporada como o final?

Eu acho que teve uma influência. Estávamos sentindo isso se incrementando, mas sabíamos que não era certeza. Sabíamos que poderia ter a possibilidade de ser mais longa, mas que era isso o que queríamos fazer. Sentimos que estávamos organizando um caminho muito bom para o que queríamos fazer na nossa temporada final, mas deixamos em aberto a possibilidade de alongá-la e empurrar o final estrada a baixo. Mas essa possibilidade arriscava a questão de diluir a série, a nitidez e os conceitos, começar a repetir e ver uma nova clone de Tatiana só pelo fato de vermos uma nova clone de Tatiana, em vez de uma necessidade de uma história envolvente e um forte desejo de todos nós de criar um novo personagem.

 

Existem outras alterações que vocês preveem para a quinta temporada estruturalmente falando, agora que está confirmada que a próxima temporada será a última?

Não acho que estruturalmente, mas vou te dizer que John, eu e os roteiristas mal esperamos para trabalhar na direção final. É um dos maiores desafios das séries, você está olhando para o fim da temporada que você está trabalhando, seja a segunda temporada, terceira ou quarta, e você tem que considerar onde você irá no futuro. Você tem que considerar mais que só uma temporada quando você está trabalhando em onde ela irá no final. Em uma série como Orphan Black, nós teríamos uma ideia bem vaga sobre o que gostaríamos de fazer no final que só se solidificaria uma vez que os mistérios da temporada acontecessem e os roteiros do sexto ou sétimo episódio estivessem escritos. Então nós falaríamos, “Certo, eu sei como o último episódio devia ser.” Essa temporada será diferente pois nós falaremos, “Aqui está tudo que gostaríamos de ver no final.” E então podemos trabalhar ao contrário e construir uma temporada realmente complexa que dobra sobre si mesma e que define tudo mais cedo. Nós sempre tentamos fazer isso, mas fica mais fácil e eu acho que nós podemos ser ainda mais minuciosos quando sabemos qual será nosso ponto final, quando literalmente, estamos planejando o último episódio ao mesmo tempo que estamos planejando o primeiro.

 

Você e John tinham o último episódio da série em mente desde o começo? Ou isso foi se desenvolvendo enquanto vocês trabalhando na série?

Nós sempre tivemos nosso conceito, sim. Ele era vago o bastante, mas também específico o bastante, e fez com que nós sentíssemos que sabíamos onde estávamos indo. E então nós nos perguntamos “Vamos poder chegar lá na terceira temporada? Não, parece que vamos ter mais uma temporada então ainda não podemos fazer isso.” Acredito que há elementos do último episódio e do ponto final que estávamos considerando. Acredito que havia elementos dele no nosso passo inicial.

 

Você e John já começaram a trabalhar na quinta temporada?

Sempre estamos jogando ideias. John e eu fizemos algumas ligações e gastamos um tempo com isso enquanto nos cruzamos entre Toronto e Vancouver nessa primavera. Nos falamos por Skype e pessoalmente, já temos algumas ideias bem empolgantes de onde todo mundo vai chegar e de onde começaremos a próxima temporada.

 

Vocês já consideraram algum spin-off? Teve alguma conversa sobre isso?

Sim, tivemos algumas conversas vagas sobre isso, mas não posso dizer em que ponto isso está agora. Estamos completamente consumidos por isso. Sempre brincamos que adoraríamos fazer um filme, mas essas não são coisas que, nesse ponto, sabemos se vão acontecer. Acho que estamos ansiosos para um descanso. 

 

Tradução: Laura | Fonte: TV Series Finale

5ª Temporada Entrevistas
Vanity Fair: Tatiana explica porque Orphan Black é mais do que uma simples série
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Sempre engajada em discussões sobre feminismo e a participação da mulher na indústria cinematográfica, Tatiana explica o porquê de Orphan Black não é apenas mais uma simples série, e sim um símbolo do empoderamento feminino.

Entrevistas Tatiana Maslany Vídeos
Criador de Orphan Black responde perguntas sobre o último episódio
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A Rachel do mal está de volta de um jeito grandioso. A clone do mal saiu do controle no último episódio da quarta temporada de Orphan Black, esfaqueando sua própria mãe, Susan Duncan, e depois também esfaqueando Sarah, que fugiu mancando em agonia. Sarah não era a única em perigo. Enquanto o episódio ia concluindo, sua família estava sendo mantida refém por Ferdinand, enquanto Alison e Donnie estavam se escondendo dos capangas nefastos com Helena. Contudo, não foram só notícias ruins. Cosima finalmente se reuniu a Delphine, e carregava consigo uma terapia genética viável para finalmente curar sua doença terminal, ou pelo menos nós esperamos. E então teve a grande surpresa de que o homem que aparentemente começou a Neoevolução anteriormente no século XIX ainda está de alguma forma. Em entrevista com o co-criador de Orphan Black, Graeme Manson, A EW conseguiu algumas respostas para as grandes dúvidas desse último episódio, confira:

 

ENTERTAINMENT WEEKLY: O que você pode nos contar sobre esse tal personagem P.T. Westmorland que literalmente escreveu o livro sobre a Neoevolução há mais de um século atrás e aparentemente ainda está vivo por aí?

GRAEME MANSON: Aparentemente, o cara nunca morreu. Tem sido uma grande jornada para Sarah e todos os clones, incluindo Rachel, para chegar no topo da pirâmide. E agora Rachel está olhando para o olho – ou, talvez, através do olho. Obviamente isso vai fazer parte do grande mistério no próximo ano. O homem escreveu o livro, tipo, em 1870 ou 1880? Como ele ainda está vivo?

 

EW: Vamos falar sobre a Delphine e sobre seu reencontro com a Cosima, é um grande momento, então tenho certeza que você pensou muito sobre como você queria que ele acontecesse. Como é que surgiu esse plano para elas se encontrarem nesse pequeno vilarejo na ilha?

G.M: Nós temos nosso fetiche sobre A Ilha do Dr. Moreau em Orphan Black, assim como nosso respeito por Frankenstein, de Mary Shelley, e por ficções científicas vintage. Então, nós tínhamos essa visão de uma ilha, e [o cocriador John Fawcett] em particular teve uma visão na direção de um vilarejo misterioso que nós descobrimos na ilha, e isso nos deixou todos animados com essa pegada de A Ilha do Dr. Moreau, O Senhor das Moscas, um pouco de Apocalypse Now ali. E novamente, nós vamos ver mais sobre isso no ano que vem. Quem são essas pessoas? E o que estão fazendo lá? Isso será bem divertido de descobrir. [Risadas]

 

EW: Você tem alguma ideia do quanto de Evelyne Brochu, que interpreta Delphine, nós vamos ver na quinta temporada, pois sei que ela está trabalhando em outros projetos?

G.M: Acho que isso ainda vai ser visto. Nós tivemos que guardar esse segredo da morte da Delphine por todo o ano. Nem é mesmo um segredo. Nós tivemos que mentir descaradamente! Vocês estão acostumados com isso. E nós tivemos que encarar o ardor dos fãs enquanto tudo estava acontecendo, e nós tivemos que enfrentar isso. Mas você está certo, a verdade é que a Evelyne Brochu é uma atriz ocupada. Nós sempre quisemos continuar a contar a história da Delphine e da Cosima. Nós fizemos o melhor trabalho que podíamos com o que tínhamos em mãos. Vamos fazer a mesma coisa no próximo ano.

 

EW: Então a Cosima tem a cura agora que ela roubou a união genética Leda/Castor? Ela está finalmente a salvo?

G.M: Por suas próprias mãos e de Susan Duncan, agora ela tem uma terapia genética viável. Então sim, Cosima tem a cura, ou pelo menos uma terapia. Vamos lembrar que isso é uma ciência experimental. É ciência experimental no mundo real e é ciência experimental em Orphan Black, também. Então não podemos respirar aliviados ainda, é isso que você está nos dizendo. Nunca.

 

EW: Mudando de assunto, sempre que pensamos que Rachel vai virar do bem, você faz ela fazer coisas como esfaquear Susan e Sarah. É divertido para vocês quando a Rachel dá uma de do mal?

G.M: Sim, nós adoramos a Rachel do mal. E você sabe, a Tatiana também adora. Eu creio que a Tatiana acha a Rachel uma das personagens mais fascinantes que ela interpreta, assim como Helena, e é engraçado como essas duas são lados diferentes da mesma moeda. E é infinitamente interessante para nós pegarmos esses personagens e olhá-los não só em o que precisamos fazer em frente ás câmeras, mas quem eles eram, como foram criados e como eles refletem o tema de natureza versus criação de Orphan Black. E então usá-los para surpreender o público. Rachel é a nêmesis de Sarah, e acho que é seguro dizer que na quinta temporada – dedos cruzados – nós vamos voltar para a elementar dinâmica nêmesis de Sarah versus Rachel.

 

EW: Diferente das últimas duas temporadas onde todas as clones se juntaram no final em uma dança ou em um jantar, dessa vez, todas as clones estão separadas em lugares diferentes. Por que deixá-las separadas dessa vez?

G.M: Meio que pareceu que na última temporada nós tivemos um grande clímax e então nós mudamos a rota e demos a todos um pequeno descanso. Nós deixamos Sarah ir para a Islândia. Nós deixamos as coisas de um jeito aceitável. E então, nessa temporada, para fazer algo um pouco diferente, nós voltamos para o suspense da primeira e segunda temporada – toda sequência termina em um suspense. Nós queríamos provavelmente começar a próxima temporada na correria novamente, mas vamos decidir isso ainda. Dirigir um ônibus em direção ao penhasco é meio o que fazemos, e nós estamos indo em direção á um penhasco muito alto com um ônibus muito grande.

 

EW: Krystal é tão divertida. Você imagina ela se tornando pelo menos uma presença semi-regular na quinta temporada?

G.M: Sim. Todos nós amamos a Krystal e ela está se tornando uma favorita do público então nós certamente queremos trazê-la de volta ano que vem. E sua personagem paira sobre essa grande questão de, contamos ou não contamos a ela que ela é um clone? Ou ela vai ou não vai descobrir que é um clone? E essa é uma ótima questão para continuarmos a nos perguntar ano que vem. Ainda não se concluiu. Ela é muito divertida. Eu adoro vê-la com Felix. Eu gosto que ela meio que gosta do Art, e a cena com a Sarah no porão, é pura preciosidade de Tatiana – uma Tatiana se recusando a reconhecer a outra Tatiana.

 

EW: Qual é o status dos clones Castor? Qual é o futuro para Ira?

G.M: Ira ainda está processando. Nós gostamos de Ira e eu tenho certeza que Ari Millen vai voltar ano que vem. Nós também deixamos um Castor ou dois a deriva.

 

Tipo Mark.

G.M: Sim, Mark. E ainda talvez há outros personagens de Orphan Black que conhecemos ao longo das últimas temporadas que estão a deriva que nós estaríamos muito interessados em de alguma forma trazê-los de volta a nossa história ano que vem.

 

Onde você está no desvendar da história para a quinta temporada? O quão fundo você está?

G.M: Nós estamos em um lugar onde John Fawcett e eu encaramos um ao outro do outro lado da mesa e coçamos nossas cabeças. E então começamos a jogar ideias muito boas e começamos a nos animar com certas coisas, começamos a montar as estacas da nossa barraca e algumas grandes ideias. Nós olhamos onde deixamos todo mundo e onde estão até hoje e temos algumas grandes ideias para levar para a sala dos roteiristas, a qual – dedos cruzados – começará em breve.

 

Tradução: Laura | Fonte: EW

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